Era uma vez uma menina que sempre via o pai trabalhando e com pouco tempo para ficar com ela e a esposa, então deixava a responsabilidade de companhia para a filha. Sim, ela recebia as amigas em casa e tal, mas quando cresceu ainda tinha de cumprir o seu papel de ficar com a mãe para não deixá-la sozinha.
Essa palavra “sozinha” sempre me amedrontou e eu tentava ao máximo fugir para não acontecer comigo, mas não adiantou e eu sempre pude experimentar como é estar assim independente do momento ou do tempo.
Quantas vezes deixamos de fazer algo por querer estar com alguém por perto? Ir ao cinema sozinho, por exemplo, é estranho e ao mesmo tempo bom para assistir realmente ao filme, refletir, observar, aprender, conhecer novas pessoas, etc.
Nada acontece por acaso e ao sentir o gosto amargo e sombrio da solidão, pude perceber o doce prazer e a maturidade obtida depois de tanta dificuldade na parte emocional com choros, desesperos, inseguranças, mal-estar e a autoestima baixa.   
O resultado? O autoconhecimento.  Ele será bem útil nas escolhas e evolução tanto pessoal quanto profissional.
A leitura é um meio, assim como a prática de atividades, o convívio social, a observação e análise crítica sobre um determinado momento e as reflexões. Outra maneira é assistindo filmes e ouvindo músicas incentivadoras. Uma das minhas preferidas é a The Climbcantada pela cantora Miley Cyrus no filme da Hannah Montana.
Para quem não sabe as duas eram a mesma pessoa e a cantora vivia um dilema por dar vida à personagem Hannah e ao driblar a imprensa escondendo a sua verdadeira identidade.
A letra expressa uma braveza e perseverança incrível em nunca deixar de acreditar nos próprios sonhos e realizá-los.
Incentive o seu autoconhecimento e comente aqui essa experiência conosco.
Beijos
Até a próxima

 

Caroline Trevisan

 

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Jornalista e idealizadora do blog com o olhar voltado para os assuntos de moda e comportamento.

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